quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

tribos indigenas no estado da Bahia.


ESTADOBAHIA
POVOSAticum
Caimbé
Cantaruré
Cariri-Xocó
Paiaiá
Pancararé
Pancaru
Pataxó
Pataxó Hã-Hã-Hãe
Quiriri
Trucá
Tumbalalá
Tupinambá de Olivença
Tupinambá do Jequitinhonha
Tuxá
Xucuru-Cariri

HISTÓRIA E PRESENÇA DOS POVOS INDÍGENAS NA BAHIA

Por José Augusto Laranjeiras Sampaio Fonte: http://www.anai.org.br/povos_ba.asp

Os povos indígenas na Bahia estão inseridos em dois contextos históricos e regionais básicos e bem definidos; o do semi-árido nordestino ao Norte do estado, praticamente todo ele conquistado por frentes de expansão da pecuária durante o século XVII, e onde boa parte da população indígena sobrevivente à conquista foi reunida até o século XVIII em aldeamentos missionários de ordens religiosas como as dos jesuítas e franciscanos; e o da Mata Atlântica e litoral ao Sul e Extremo Sul do estado, onde a conquista se iniciou ainda no século XVI e aldeamentos missionários foram implantados já na segunda metade deste, mas em que o processo de conquista, sobretudo das matas do interior, se fez de modo muito lento, prolongando-se até as décadas iniciais do século XX, quando os dois últimos bandos indígenas ainda autônomos no estado - Hã-Hã-Hãe e Baenã - foram atraídos ao Posto Indígena Caramuru do SPI (Serviço de Proteção aos Índios), no atual município de Itaju do Colônia.
[...]

desde as repercussões dos "500 anos do descobrimento" no Extremo Sul do estado, segmentos da tradicional população indígena nessa região, nomeadamente no vale do rio Jequitinhonha - municípios de Belmonte e Itapebi - que afirmam ascendências dos Camacã, Botocudos e, principalmente, Tupi, pelo que se têm apresentado como os Tupinambá do Jequitinhonha. No mesmo período vem também se organizando o povo indígena Paiaiá - de forte presença histórica em vastas extensões do semi-árido no estado - a partir de uma sua comunidade no município de Utinga na Chapada Diamantina.
Ao se iniciar a segunda década deste século, o movimento dos povos indígenas na Bahia segue crescente e vigoroso. Há, como se viu, muitas conquistas a destacar mas ainda muitas por que lutar arduamente. São hoje quinze povos indígenas na Bahia, com população próxima aos 40 mil indivíduos, vivendo em pelo menos 33 territórios, em 27 municípios e cerca de cem comunidades locais.



segunda-feira, 11 de julho de 2016

Dilma lamenta homenagem a um dos maiores torturadores da ditadura

: A Monsanto já era?!


fig. plantação, fonte: Bing


Queridos amigos da Avaaz,

Minha cabeça está dando voltas com esse assunto. Em questão meses, a Europa pode vir a proibir a herbicida que está na base do modelo de negócios da Monsanto!

O glifosato mata *tudo*, exceto as lavouras geneticamente modificadas da Monsanto. Seu uso está transformando nosso planeta em um grande deserto, onde nada além de culturas geneticamente manipuladas consegue sobreviver. Chega a ser apocalíptico.

O pior ainda é que a substância, cuja utilização tem aumentado, foi encontrada em 90% de nossos organismos e uma nova pesquisa afirma que ela provavelmente causa câncer!

Na semana passada, vencemos uma batalha importante para bloquear a renovação da licença de uso do glifosato na Europa. Embora todo mundo tenha dito que uma vitória como essa era impossível, conseguimos virar o jogo! Segundo Pavel Poc, líder político da União Europeia, “a Avaaz é, sem sombra de dúvidas, a força condutora da luta contra a utilização do glifosato”.

Em questão de meses, a União Europeia vai decidir sobre a proibição do produto. A hora chegou: se 40 mil pessoas contribuírem nas próximas 24 horas, poderemos elaborar um plano para financiar pesquisas independentes, manter a pressão sobre os líderes e conseguir uma vitória na Europa que vai impulsionar o resto do mundo. Ao fazer uma doação no valor de um café ou uma refeição, essa campanha pode se tornar uma realidade:

Há um ano em andamento, a nossa campanha está sendo elogiada pela imprensa por ter “surpreendido” a Monsanto, que achava que a renovação da licença do glifosato estava garantida. Agora, entretanto, a multinacional vai partir para cima com todas as armas. Para encará-la de frente nos próximos meses, será preciso:
Financiar pesquisas independentes, que são altamente necessárias para fazer o contraponto com os estudos financiados pela indústria.
Aumentar a pressão sobre os principais países e políticos para que mantenham-se firmes contra o glifosato.
Articular alternativas sustentáveis e limpas para herbicidas como o glifosato, o que é crucial para convencer fazendeiros e políticos.
Organizar mobilizações rapidamente a cada comissão, cada reunião do conselho, cada processo burocrático nos bastidores onde a União Europeia tente sair sem tomar uma decisão clara (uma dessas ocasiões acontece já na próxima semana!)
Começar a tornar essa luta mundial: os Estados Unidos, o Canadá, o Brasil e uma série de outros países podem vir a decidir em breve se o glifosato também será proibido.

Quando afirmamos que a Cúpula do Clima de Paris poderia mudar o mundo, algumas pessoas nos chamaram de loucos. Mas tivemos o atrevimento de cultivar a esperança, investimos nosso tempo e dinheiro e vencemos. Depois, nos disseram que estávamos loucos quando afirmamos que poderíamos *acabar* com o modelo de agricultura química da Monsanto. O que vai acontecer na sequência depende de todos nós:



A agricultura desertificadora da Monsanto tem causado uma destruição irreparável no frágil e interdependente ecossistema de nosso planeta. Segundo cientistas, é provável que estejamos à beira de um ponto de inflexão em termos de biodiversidade. Cada vez mais, os ecossistemas estão entrando em colapso, causando uma reação em cadeia que pode sair do nosso controle. Tal como no caso das mudanças climáticas, nós nos tornamos tão poderosos e permanecemos tão imprudentes que continuamos a ameaçar a sobrevivência do planeta que nos sustenta.

Vamos ser mais sábios. Estamos na linha de frente da resposta popular a esta atrocidade contra a natureza e o nosso futuro. Cada vitória da Avaaz é fruto de milhões de decisões individuais de pessoas que escolhem a confiança, a esperança e a ação. Vamos fazer essa escolha juntos agora.

Um abraço cheio de esperança e determinação,

Ricken e toda a equipe da Avaaz

PS: Nos próximos 18 meses, as opiniões de cientistas, médicos e agricultores serão cruciais. Se você é oncologista ou cientista atuando em qualquer área relevante para o licenciamento do glifosato, ou ainda um agricultor com experiência de uso deste herbicida ou de métodos sustentáveis alternativos, por favor, clique aqui para informar à equipe da Avaaz.

Fontes:

Recall de Roundup da Monsanto é possível depois que União Europeia recusa aceitar uso limitado de glifosato (The Guardian) (em inglês)
http://www.theguardian.com/environment/2016/jun/06/recall-of-monsantos-roundup-likely-as-eu-refuses-limited-use-of-glyphosate

Glifosato – golaço contra a Monsanto!
https://secure.avaaz.org/po/nothing_we_cant_do/

O que realmente sabemos sobre o herbicida Roundup? (National Geographic) (em inglês)
http://news.nationalgeographic.com/2015/04/150422-glyphosate-roundup-herbicide-weeds/

Bill Nye fala sobre glifosato: 'Dizimamos acidentalmente a população de borboleta-monarca' (EcoWatch) (em inglês)
http://ecowatch.com/2015/07/22/bill-nye-glyphosate/

A ascensão de poderosos herbicidas – e o que fazer quanto a isso (Union of Concerned Scientists) (em inglês)
http://www.ucsusa.org/sites/default/files/legacy/assets/documents/food_and_agriculture/rise-of-superweeds.pdf




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